O Mês da Vindima - René Magritte (1959)
7 de maio de 2013
5 de maio de 2013
Do Amor
"Mãe e filho" de Gustav Klimt
Simbiose total e liberta,
Rosa em beleza erguida ao alto!
Majestosa e simples.
Do amor infinito.
Ámen.
25 de abril de 2013
Da Liberdade: sempre!
(foto minha: Silves-Maio de 2012)
Para que não caia em esquecimento que a Liberdade não nasceu connosco, que por ela tivemos de lutar e que não podem ser Troikas que, por "troikas e baldroikas", nos a levem de uma assentada...
Elisa
15 de abril de 2013
4 de abril de 2013
Da asfixia abúlica
Tenho reflectido sobre a palavra "abúlico".
Uma estranha mistura entre "u" e "éle" que, quando a pronuncio, sinto-me em processo de asfixia.
Parece que "abúlico" tem fome de existir e obriga-me a dedicar-lhe todo o meu ar.
Isto não acontece com "casa" que está mais que saciada ou com "mar" que se alimenta a si próprio.
Geralmente não tenho ar suficiente para que "abúlico" se sinta satisfeito e este, como contrapartida, não me deixa chegar ao seu "o".
Terão as palavras alma própria?
Será a minha função desvendar-lhes a fome, a sede, a vida?
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